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Informações adicionais ao Com Corrente

Pesquisando sobre assuntos relacionados aos futuros posts que estão por vir, me deparei com uma informação interessante.

“The Wikibook “Bicycle Maintenance and Repair” explains that the difference between derailleur chains commonly labelled 8-speed, 9-speed, and 10-speed is in its external width (all are 3/32″ chains).” (wikipedia-english,2008)

Entretanto no próprio site ao qual existe a referência (“The Wikibook “Bicycle Maintenance and Repair”) as informações divergem um pouco das informações dos fabricantes.

drivetrains up to and including 8 speeds can use the same speed chain. The packaging/marketing chains often don’t mention that they work with 5, 6, 7, or 8-speed bikes — but if it mentions compatibility with any of these speeds, then it is compatible with all. The pin width of these chains is usually 7.1 or 7.2mm.

9-speed drivetrains use chains up to 6.8mm wide. These are typically explicitly marketed as 9-speed chains.

10-speed drivetrains use chains up to 6.2mm or so wide. Again, these are marketed as 10-speed chains.”

Podemos ver que a especificação se refere a distância entre as placas internas e não ao comprimento dos pinos. Ou seja quanto maior o número de velocidades da corrente, mais fina ela é ,entretanto seu espaçamento interno é o mesmo. Isso faria com que as placas tivessem que ser mais finas e explica a menor durabilidade das correntes de 9 e 10 velocidades.

Outra conseqüência já foi citada neste blog. Com a distância entre as placas internas iguais para todas as correntes, as correntes de 10 velocidades serviriam para todos os demais grupos.

“It is always possible to use a narrower chain on a fewer-speeds drivetrain. However there’s no significant benefit to doing so since 9- and 10-speed chains are more expensive.”

De qualquer forma, percebe-se uma grande perda em honestidade e confiabilidade deixando as especificações e medidas de correntes tão subjetivas e nas mãos do marketing de poucos fabricantes. Quem sabe um dia não se estabilize o número de marchas traseiras (número que talvés ja devesse ter parado nos grupos de 9 na minha opinião) e passe a se investir em durabilidade, qualidade e padronização, a exemplo do que acontece com as correntes industriais que seguem as normas DIN ou ASA.

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